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Arquiteto de formação, António Fonseca chegou de Lisboa, em 2013, para apostar na produção de figo-da-índia em Idanha-a-Nova.
Encontrou, por estas terras raianas, um território onde a Opuntia Ficus Indica, “mesmo em situações de total abandono, prospera e resiste, frutificando com abundância”, afirma o produtor.

Criou, então, a empresa Figo d’Idanha. Tem sede no Ladoeiro e dedica-se ao cultivo de figueira-da-índia, com o objetivo de explorar as possibilidades que tanto o fruto como o cladódio (palma) apresentam.

“Essas possibilidades são muito vastas, desde a alimentação humana em fresco e processada, bem como a alimentação animal, indústria farmacêutica, cosmética entre outras”, explica António Fonseca.

Na Incubadora de Base Rural, situada na Herdade do Couto da Várzea, a empresa tem instalado um viveiro-laboratório em cerca de 3 hectares, onde conduz experiências e ensaios sobre novas técnicas e aplicações, e onde também produz plantas para novos pomares.

Tem igualmente a responsabilidade por outros dois pomares já instalados, de outros promotores, totalizando neste momento cerca de 33 hectares.

Em 2016, António Fonseca prevê a instalação de 12 novos hectares de três novos promotores, também na Várzea.

A instalação de uma unidade fabril de transformação é outro dos projetos em desenvolvimento.
Num território com especial apetência para a produção de figueira-da-índia, António Fonseca considera que a agregação dos produtores é vital para chegar com sucesso aos mercados.

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