Exposição | Mediação | ITI
Requintinha
Ilustração de Ivone Ralha
Patente: 2 fevereiro 2026 - 3 maio 2026
Local: Centro Cultural Raiano - Sala 2
Horário: De terça a domingo, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00
Acesso: Entrada gratuita
Recolha de imagens: Não é permitida a captação de imagens pelo público.
Jogo “Vem jogar à requintinha”: Ação de medição promovida pelo Serviço Educativo/CCR
A atividade propõe uma abordagem lúdica ao património, onde os visitantes da exposição são convidados a participar num jogo interativo, transformando-se nas próprias peças do tabuleiro. Os objetivos da ação passam por dar a conhecer a história e a cultura local de forma divertida e promover o diálogo intergeracional em torno das tradições musicais do concelho.
Duração Visita guiada à exposição + Jogo: 90 minutos (aprox.)
Para escolas: Sujeito a marcação prévia, dependente da disponibilidade dos serviços
Para ATL (Férias da Páscoa) - ESGOTADO
Para famílias: Dias 28 março e 11 de abril
Marcações: Através do número de telefone (+351) 277 202 900 ou do email ccr@idanha.pt
Sinopse
Tendo como ponto de partida o livro-disco A Viola Beiroa e a Beira Baixa – Tradição e Identidade da Beira Baixa, de José Barros, Fernando Deghi e Ricardo Fonseca (Violas EnCantadas, 2026), a exposição Requintinha reúne a ilustração criada por Ivone Ralha para o trabalho gráfico dessa edição.
Descendente direta das violas de arame portuguesas, a viola beiroa, originária da Beira Baixa, distingue-se da braguesa, da campaniça, da viola da terra, de arame, toeira e da amarantina, pela sua estrutura de dez cordas em cinco ordens duplas e pela presença de duas cordas suplementares flutuantes, conhecidas como requintas.
Foi precisamente este elemento distintivo que inspirou Ivone Ralha na criação do grafismo do livro-disco.
Sobre Ivone Ralha
Ivone Ralha nasceu em Lisboa no ano de 1958. Em Cascais, frequentou o ensino secundário (área de arquitectura), estagiando um ano no atelier de Daciano da Costa antes de partir para Moçambique, onde viveu entre 1977 e 1984. Bacharelou-se em História na Universidade Eduardo Mondlane, trabalhou no Arquivo Histórico de Moçambique e foi professora de História e Desenho Técnico no Centro de Estudos Culturais em Maputo. De regresso a Portugal, iniciou a sua carreira na área do Design Gráfico na Editorial Caminho (1984-1988). Passou pela Câmara de Vila Franca de Xira (1988-1989) antes de, a convite de Henrique Cayatte, integrar a equipa fundadora do jornal Público (1989-2005). Com Henrique Cayatte trabalharia depois no Diário de Notícias (2006-2007: direcção António José Teixeira) e também na revista Cubo (2007-2009: direcção Cristina Cordeiro). Integrou também a equipa do jornal i (até 2013) antes de assumir a direcção gráfica do site Rede Angola (2013-2017). Desenha e pagina livros, jornais, revistas, faz infografias, ilustra e pinta (participou em várias exposições colectivas e individuais em Portugal, Helsínquia e Bruxelas).
A iniciativa integra o projeto Rede das Cidades Criativas UNESCO do Centro de Portugal, que integra o Turismo Centro de Portugal (TCP) e os seis municípios da Região Centro reconhecidos como Cidades Criativas pela UNESCO: Caldas da Rainha (Artesanato e Artes Populares), Castelo Branco (Artesanato e Artes Populares), Covilhã (Design), Idanha-a-Nova (Música), Leiria (Música) e Óbidos (Literatura).
A iniciativa integra as celebrações do 29º Aniversário do Centro Cultural Raiano e o 10º aniversário de Idanha-a-Nova como Cidade Criativa da Música da UNESCO.
Informações
Centro Cultural Raiano
Av. Joaquim Morão
6060-713 Idanha-a-Nova
Tel.: (+351) 277 202 900
Email: ccr@idanha.pt
Horário: De terça a domingo, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, exceto a 1 de janeiro, Domingo de Páscoa, feriado municipal (terceira segunda-feira após a Páscoa) e 25 de dezembro. A bilheteira abre uma hora antes do início dos espetáculos.