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RTCP 2026 - CCR_30 | CCR Palcos | Acolhimentos | Música
Graffitti

AREPO

_Ópera

 

Dia: 30 outubro 2026
Hora: 21h30
Local: Centro Cultural Raiano - Auditório
Duração: 60 min. (aprox.)
Classificação etária: M/12
Acesso: Entrada gratuita, limitada à lotação
Entrada após o início do espetáculo: Preferencialmente sem entradas após fecho de portas 
Recolha de imagens ou som pelo público: Não autorizada
 
Sinopse
Sempre apostada em criar novos públicos e explorar novos caminhos operáticos, a AREPO – Ópera e Artes Contemporâneas propõe uma criação multidisciplinar que transforma frases reais de graffiti recolhidas em muros e paredes de Portugal num espetáculo de ópera, cruzando música erudita, hip-hop, graffitti e arte contemporânea. 
Com música original de Luís Soldado, libreto de Rui Zink, encenação de Linda Valadas e direção musical de Rui Pinheiro, o espetáculo reúne 12 mini-óperas numa narrativa sobre a cidade e as diferentes vozes que a habitam. 
Ficha Artística e Técnica
Composição - Luís Soldado
Libreto - Rui Zink
Direção musical - Rui Pinheiro
Encenação - Linda Valadas
Cantores - Inês Simões (soprano), Nuno de Araújo Pereira (barítono), Ricardo Rebelo da Silva (barítono)
Bailarina - Beatriz Pereira
Instrumentistas - Angélica Fonseca, Teresa Araújo, Romeu Santos
Cenografia e figurinos - Sérgio Loureiro
Design de som - Pedro Pascoal
Design gráfico - Maria Pinheiro
Desenho de luz - Vasco Carvalho
Comunicação - Alexandra Neto Ferreira

 

Luís Soldado | compositor
Investigador integrado no Centro de Sociologia e Estética Musical, CESEM, Universidade Nova de Lisboa, onde se encontra a desenvolver projetos relacionados com o estudo e composição de ópera contemporânea e suas novas formas de comunicação, como bolseiro de Pós-doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia. A sua música tem sido programada por vários grupos e orquestras, entre os quais, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, London Contemporary Chamber Orchestra, Nederlands Blazers Ensemble, Orquestra Clássica do Sul, e Orquestra Gulbenkian. De entre as suas obras mais recentes, destacam-se a ópera de câmara “Hotel Suite”, com libreto de Rui Zink, estreada em 2011, em Londres, a banda sonora para o filme mudo “Os Lobos”, de Rino Lupo (encomenda do 2º UK Portuguese Film Festival) estreada em 2011 no Barbican Centre em Londres, a ópera de câmara “Fado Olissiponense”, com libreto de Rui Zink, estreada em 2012 no Teatro Nacional de São Carlos, a ópera de rua “Serei eu fugindo?” (2013), com libreto de Rui Zink e as óperas de câmara “O Corvo”, (2015) de Edgar Allan Poe e “Tabacaria” (2017) de Álvaro de Campos, ambas editadas em CD, pela Inestética, em 2016 e 2018 respetivamente. Entre 2018 e 2019 estreou na RTP2 um conjunto de sete mini-óperas televisivas, inseridas na terceira temporada do programa Super Diva – Ópera para Todos. Em 2019 estreou em Torres Vedras a ópera comunitária de rua “É Possível Resistir” com libreto de Rui Zink e em 2021 a ópera de câmara "O Regresso da Norma" igualmente com libreto de Rui ZinK. Estas duas últimas óperas foram produzidas pela AREPO. É co-fundador e Diretor Artística da AREPO - Companhia de Ópera e Artes Contemporâneas.
Linda Valadas | encenadora
Mestrado em Teatro, especialização em Encenação pela ESTC. Estudou teatro com Marcia Haufrecht em Nova Iorque, Scott Williams em Londres e com João Mota e Bruno Schiappa em Portugal. Trabalhou como intérprete com Nuno Pino Custódio, Alexandre Lyra Leite, Wojtek Ziemilski, Graham Vick, Ana Padrão, Ron Howell e Catarina Trota. No cinema, em Portugal, trabalhou com Cláudia Clemente em O dia em que as cartas pararam, Ricardo Espírito Santo em Reflexos. Em Itália e no Reino Unido filmou com Amir Gere, Broken Guitar, João Paulo Simões, Where her dreams ends, Joseph Tito, Death of the Virgin e Sheena Holliday, Persona. Foi nomeada para os Globos de Ouro 2016, com o espectáculo de teatro, E Morreram Felizes Para Sempre, com encenação de Ana Padrão e coreografia de Catarina Trota. Frequenta o 2º ano de Mestrado em Teatro, especialização em Encenação, na ESTC – Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. De entre os seus trabalhos mais recentes de encenação e dramaturgia, destacam-se ENSAIO, (Teatro/Vídeo) Teatro-Cine Torres Vedras, 2018, FANTASIA EM DELÍRIO MAIOR (Teatro infantil), Teatro-Cine Torres Vedras, 2018 EU.ROPE, (Performance/Dança) encomenda da Orquestra Clássica do Sul para o FIMA – Festival Internacional de Música do Algarve, 2017, BAÚ DA DESCOBERTA, encomenda da EGEAC para o Castelo de S. Jorge (Teatro musical) 2015, DESCONCERTO, acolhimento Teatro da Garagem, Teatro Taborda, (Teatro/Dança) 2015, O MONSTRO INFELIZ, (teatro infantil), SEMENTEIRA, Torres Vedras, 2014 e THE WHITE PARROT, (Performance), Casa do Brasil em Lisboa, 2013. É autora do conto infantil, O SORRISO MÁGICO DE SOFIA, audiobook editado com o Apoio Fonográfico GDA 2018. Em 2019 encenou a ópera "É possível resistir" de Luís Soldado e em 2021 a ópera "O Regresso da Norma" também de Luís Soldado. Ambas as óperas foram produzidas pela AREPO. Co-fundadora e Diretora Artística da AREPO - Companhia de Ópera e Artes Contemporâneas.

AREPO - Companhia de Ópera e Artes Contemporâneas

A AREPO – Companhia de Ópera e Artes Contemporâneas é uma instituição fundada em 2019 com o objetivo de tornar a ópera mais acessível e envolvente para o grande público. A AREPO tem seguido de perto as mais recentes abordagens, metodologias e criações operáticas internacionais, em especial projetos cujos objetivos passam por uma maior aproximação e envolvimento do público em geral em relação à opera. Para suprir a necessidade de uma instituição em Portugal que cumprisse estes objetivos artísticos e sociais, em 2019, foi fundada a AREPO.
A primeira produção da AREPO teve lugar no dia 30 de agosto de 2019, em Torres Vedras, com a ópera imersiva "É Possível Resistir", com música de Luís Soldado e libreto de Rui Zink. Tratou-se de um espetáculo inovador no panorama operático português, onde músicos e cantores profissionais estiveram lado a lado, em colaboração com outras associações musicais e teatrais do concelho de Torres Vedras, num total de cerca de 80 participantes.
O sucesso deste projeto confirmou a visão da AREPO relativamente a uma ópera liberta de constrangimentos sociais e artísticos. A continuação dos mesmos tornou-se inevitável. A AREPO – Associação de Ópera e Artes Contemporâneas é uma associação sem fins lucrativos que pretende, assim, inovar nos vários géneros musico-teatrais contemporâneos e contribuir para a dinamização e divulgação da ópera, teatro-musical e outras artes contemporâneas. Tem no seu horizonte a formação de novos públicos, a disseminação de conhecimento artístico e científico e a utilização das várias formas artísticas como meio de coesão social e territorial. Foi distinguida com a Wellington Honour 2022 na categoria Cultura e Criatividade.
 
Apoio à Programação
República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes / Rede Portuguesa de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)

 

Centro Cultural Raiano
Av. Joaquim Morão
6060-713 Idanha-a-Nova
GPS: 39.926967, -7.243981
Tel.: (+351) 277 202 900
Email: ccr@idanha.pt
Site: www.idanha.pt/agenda
Horário de funcionamento ao público: De terça a domingo, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, exceto a 1 de janeiro, feriado municipal (terceira segunda-feira após a Páscoa) e 25 de dezembro. A bilheteira abre uma hora antes do início dos espetáculos.

 

 

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