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© Rodopio d'Ideias
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O Fado de Ulisses

Uma Odisseia cantada e contada com fados e marionetas

Teatro | Público infanto-juvenil

 

Dia: 20 setembro 2026
Hora: 15h00
Local: Centro Cultural Raiano - Auditório
Duração: 60 min. (aprox.) 
Classificação etária: M/6
Acesso: Entrada gratuita, limitada à lotação
Recolha de imagens ou som pelo público: Não autorizada

Sinopse
«Esta é a história de uma viagem.
De uma viagem e de uma espera.
Porque há alguém que se vai embora
e alguém que pacientemente espera.
O que se vai embora, é Ulisses, o rei de Ítaca,
a que espera é a sua mulher, Penélope.»

O Fado de Ulisses é um espetáculo teatral que conta a história de A Odisseia de Homero, utilizando como recursos o fado e as marionetas. Numa viagem pelos mares turbulentos da mitologia grega, somos transportados para o mundo de Ulisses, um herói humano cheio de dúvidas e contradições, em busca do retorno ao lar e ao amor de Penélope. Desde encontros com monstros marinhos até às sedutoras sereias, as aventuras de Ulisses revelam-nos valores como a superação, a coragem e o amor. Com uma abordagem acessível, o espectáculo pretende transmitir esta história universal de uma forma atractiva e poética. Preparem-se para embarcar numa viagem inesquecível, onde o fado e as marionetas se encontram para cantar e contar A Odisseia.

Ficha artística e técnica
Autor e encenador: Claudio Hochman
Actriz, cantora e manipuladora de marionetas: Carlota Blanc
Desenho e construção de marionetas: Ana Mota Ferreira
Música: Fados tradicionais
Guitarra Portuguesa (em off): Francisco Zanatti
Viola de Fado (em off): Luís Roquette
Imagens promocionais: Patrícia Blázquéz 

 

Claudio Hochman - Texto e encenação
Autor, encenador e docente natural de Buenos Aires, Argentina, residente entre Lisboa e Fenais da Luz, São Miguel, Açores. Gosta de tango e quando se mudou para Lisboa apaixonou-se também pelo fado. Trabalhou na Argentina entre 1983 e 2001, onde encenou textos próprios e adaptou clássicos de Shakespeare, Molière, Rostand, Brecht, entre outros. Desde 1997 encena, publica e dá aulas em Lisboa. Trabalhou no Teatro Nacional D. Maria II, no Teatro da Trindade, no Teatro de Carnide, entre outros. Desde 2009 encena no Teatro Aveirense óperas de Mozart, Haendel, Offenbach, Rossini, Bizet, Donizetti, entre outros. Em 2023 escreveu e encenou “Debussy e Melisande”, o seu primeiro livreto para ópera que foi estreado no Festival Zêzere Arts.
Trabalhou com as companhias teatrais espanholas Teloncillo e Eureka, e com as companhias de Teatro de Objetos de Fernán Cardama, La Canela Teatro, Teatro Silfo, Caricata, La Máquina Teatral, El Retablo, entre outras, para as quais encenou mais de trinta peças. Recebeu prémios pelas suas encenações e suas peças foram representadas em diferentes partes do mundo.
Publicou “Pássaro que Voa”, “Saudade”, “Famílias Destrambelhadas”, “Mulheres Nascidas de um Nome”, “Ilhas”, “Homens sem Nome”, “Gémeos”, “O romance que Samanta nunca escreveu”, “A Banda dos Animais”. Recentemente a editora Araucária publicou uma trilogia dos seus textos teatrais com o apoio do Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores.
Juntamente com Carlota Blanc está a desenvolver um projeto de recuperação e dinamização do Cine-Teatro Açor das Capelas, na Ilha de São Miguel, Açores.

 

Carlota Blanc - Interpretação, canto e manipulação de marionetas
Formada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, trabalha desde 2017 ao lado do designer Henrique Cayatte. 
Aos 21 anos começou a cantar Fado. Vem de uma família de fadistas, em casa da sua avó materna reuniam-se muitos fadistas e faziam veladas até às tantas da madrugada. Frequentou e cantou nas casas de fado de Lisboa, mas sentiu que precisava de mais ferramentas. Teve aulas de canto e técnica vocal com Bárbara Lagido. Faz aulas de teatro com Claudio Hochman e de dança com Bárbara Faustino. Frequentou a Escola Superior de Dança de Lisboa, o Forúm Dança e o Hot Clube de Portugal. Fez formações de dança com
Francisco Camacho, Victor Hugo Pontes e João Fideiro. Tudo isto enquanto continua a trabalhar como designer. 
Enquanto performer fez “A história da História” a partir da obra de Medeiros Cabral com texto e encenação de Claudio Hochman. No Festival Pluralidades apresentou a performance “O Último Mergulho”. Participou como intérprete nas peças “Gémeos” e “Samanta” de Claudio Hochman e “Viagem Sentimental” de Francisco Camacho.
Desde 2022 está, juntamente com Claudio Hochman, a desenvolver um projeto cultural na Costa Norte da Ilha de São Miguel nos Açores. Criaram a Associação Cultural Rodopio
d’ideias que tem como principais objetivos a promoção de atividades culturais na Costa Norte de Ponta Delgada e a recuperarção e dinamização do Cine-Teatro Açor das Capelas. Já organizaram várias formações, criaram peças de teatro com a comunidade, realizaram um vídeo-documentário. Dirigem o Festival MALA onde levam várias companhias de teatro à Ilha.

 

Apoio à Programação
República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes / Rede Portuguesa de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)

 

Centro Cultural Raiano
Av. Joaquim Morão
6060-713 Idanha-a-Nova
GPS: 39.926967, -7.243981
Tel.: (+351) 277 202 900
Email: ccr@idanha.pt
Site: www.idanha.pt/agenda
Horário de funcionamento ao público: De terça a domingo, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, exceto a 1 de janeiro, feriado municipal (terceira segunda-feira após a Páscoa) e 25 de dezembro. A bilheteira abre uma hora antes do início dos espetáculos.

 

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